Fundador do Aprovai
Concurseiro por 4 anos · Ex-estudante sem método
“Eu gastei dinheiro com mentoria, cursinho online, apostila. Estudava horas. E ainda assim não passava.”
Levei uns 3 anos para entender que o problema não era o conteúdo. Era que eu sentava na frente do computador e ficava literalmente perdido: o que eu estudo hoje? o que eu já estudei? o que eu preciso revisar?
Não tinha objetivo claro. Não tinha plano. Abria o material e escolhia o que estudar no achismo — geralmente o que era mais fácil ou o que estava mais fresco na cabeça. E nunca revisava nada direito.
Pagava R$ 1.700 por mês numa mentoria esperando que alguém resolvesse isso por mim. O mentor sabia conteúdo. Mas organização — plano semanal, o que priorizar pela banca, quando revisar cada tópico — isso ficava em segundo plano.
Quando finalmente passei, olhei para trás e vi: o que me atrasou 3 anos foi falta de estrutura, não falta de dedicação. Estudava muito. Só estudava errado.
Construí o Aprovai para que nenhum concurseiro precise passar pelo mesmo. Um sistema que resolve a parte chata — o que estudar, quando revisar, como distribuir o tempo pelo edital — para que você só precise focar em estudar.
O que o Aprovai resolve
Concurseiros no Brasil gastam, em média, R$ 1.700 por mês com mentoria particular para ter organização. Plano de estudos, priorização por banca, controle de revisões — coisas que a tecnologia consegue fazer automaticamente.
O Aprovai entrega isso por R$ 16 por mês. Você seleciona o edital, informa quanto tempo tem por dia, e recebe um plano completo em minutos. As revisões são agendadas automaticamente. O tutor de IA responde suas dúvidas a qualquer hora.
Você nunca mais senta na frente do computador sem saber o que estudar.
O que guia cada decisão aqui
Método acima de volume
Horas brutas não garantem aprovação. O que garante é estudar as matérias certas, nos pesos certos, com revisão no momento certo.
Custo justo
Nenhum concurseiro deveria pagar R$ 1.700 por mês só para ter um plano de estudos. Tecnologia existe para acabar com essa desigualdade.
Dados, não achismo
Cada decisão sobre o que estudar é baseada no edital real, no histórico de provas da banca e em ciência cognitiva aplicada.